quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Hoje fiz uma compra em saldos: "Os Dias da Febre" de João Pedro Marques. Fui fazer as comprinhas da semana e passei, como sempre, pelo corredor dos livros. Em promoção esta obra. Menos 6€. Nem olhei para trás, um livro por 9,96€, nos dias que correm é um achado. 


Sinopse: 

"Descendo a Calçada de Santana e espreitando por entre as cortinas da sua carruagem, Elvira Sabrosa vislumbra Robert Huntley, um inglês que não via desde os tempos de infância, há mais de 20 anos. 
Os Dias da Febre narra as circunstâncias que conduziram ao reencontro de Robert e Elvira, e o que dele decorreu. O cerne da ação situa-se em 1857, quando Lisboa estava a ser atingida por uma epidemia de febre-amarela que mataria quase 5 mil pessoas. É nesse contexto alarmante e febril que a intriga se desenvolve e que o leitor é convidado não só a conviver com as figuras da época, mas também a percorrer a cidade em toda a sua diversidade, dos camarotes do S.Carlos às ruas apertadas de Alfama, das enfermarias do Hospital de S. José às bancadas das Cortes, dos salões das senhoras das classes altas ao bulício do café Nicola.
Romance histórico escrito por um historiador e extensamente apoiado na documentação existente, Os Dias da Febre tem a História sempre presente sem, todavia, se dar muito por ela, já que se trata de uma história da vida quotidiana, embebida na própria narrativa. Isto significa que não estamos apenas perante um romance sobre a epidemia, a morte e o amor: Os Dias da Febre é também uma viagem pelos sons, os cheiros, as gentes, as casas,os costumes, as cores - numa palavra, pela vida - da Lisboa de meados do século XIX."

É um livro de capa dura, de encadernação tradicional, sem imagens. A sobrecapa é bastante apelativa, com uma dama da corte portuguesa. Vou começar a leitura hoje, de forma a atenuar a minha desilusão em as "Amantes dos Reis de França".





quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Esta é a minha primeira aparição neste blogue e deixou um livro pelo qual estou ansiosa para ler.

Sinopse:
"Alegadamente a mais refinada e profundamente sentida obra de Brontë, Villette inspira-se na sua profunda solidão, após a morte dos seus três irmãos: Lucy Snowe, a narradora de Villette, foge a um triste passado em Inglaterra para começar uma nova vida como professora em Villette, uma capital cosmopolita. Em breve os esforços de Lucy para se tornar independente são ensombrados pela sua amizade com um elegante médico inglês e os seus sentimentos por um autocrático professor. A heroína extraordinariamente moderna de Brontë deve decidir se entre os seus conhecimentos existe um homem com quem possa viver continuando a ser livre."

De acordo com George Eliot este livro supera Jane Eyre, será verdade?!
Como uma fan de Jane Eyre tenho as minhas dúvidas… Mas não posso dar certeza até o ler =)

domingo, 29 de janeiro de 2012

"Amantes dos Reis de França" de Ana Cristina Pereira e Joana Troni



Sinopse

Na História de França o sexo e a sedução foram meios muitas vezes utilizados para atingir o poder. Se é verdade que sempre houve amantes dos reis, só a partir da dinastia de Valois, com Francisco I, as amantes começam a ganhar papel de destaque e a rivalizar com a figura da rainha legítima. Basta referir Diane de Poitiers que esteve sempre presente nos actos públicos da família régia, ou, uns anos antes, Odette de Champdivers, amante de Carlos VI, conhecida como a «petite reine». Foi com a dinastia de Bourbon que a figura da amante se institucionalizou e ganhou todo o seu esplendor. Henrique IV teve 14 amantes e 11 filhos ilegítimos, prometendo casamento a muitas delas. A sensual e inteligente Madame de Montespan era tratada, nos corredores da corte, como a verdadeira «Rainha de França» graças à influência que tinha sobre Luís XIV, rei que acabaria por casar com a última das suas amantes, Madame de Maintenon. O seu neto, Luís XV, perdeu-se de amor pelas irmãs Mailly, mas a sua mais célebre amante foi Madame Pompadour, uma das mulheres mais bonitas de Paris, sendo seguida por Madame du Barry, prostituta que se tornou a favorita oficial da corte de Versalhes, que acabou na guilhotina aquando da Revolução Francesa. Mas não só de amantes do sexo feminino se faz este livro. Para além de acusações de homossexualidade e de reis que se transvestiam, também algumas rainhas tiveram igualmente as suas aventuras amorosas, sendo a mais célebre a rainha Margot, Margarida de Valois, esposa de Henrique IV.

Neste livro encontro nomes comuns aos livros de Juliette Benzoni. Encontrei a Madame Montespan no livro "Mataram a Rainha" da coleção "Época dos Venenos I". 

Vou começar a sua leitura e estou deserta de encontrar as minhas personagens preferidas. 
"Filho da Aurora"

Terminei o segundo volume da saga "O Sangue dos Konigsmark". Gostei bastante do primeiro e gostei um pouco do segundo. Ou seja, quem gostar de histórias e enredos femininos gosta mais do primeiro volume; quem gostar de histórias bélicas e descrições de batalhas e guerras, gosta mais do segundo volume. Em o "Filho da Aurora" é relatada a história de uma grande herói: Maurício de Saxe. Filho bastardo do eleitor de Dresden, enreda nos fascínios da guerra, onde brilha ao serviço de vários reis europeus. Pelo meio há as suas aventuras amorosas, que são mais que muitas, e as suas maleitas. 

Mais uma vez a grande Juliette Benzoni conseguiu trazer até mim as grandes verdades históricas do século XVIII. Pormenores da história de França e da Alemanha que nós, europeus ocidentais não conhecemos. 

É de frisar a  referência, neste livro, a outros livros da autora. Por exemplo, faz referência à coleção "Época dos venenos". A  autora consegue enredar todos os seus livros de forma cronológica, o que torna fascinante a leitura de todas as obras de Juliette Benzoni. Encontramos um seguimento histórico. 

Em suma, leiam que são muito bons. Mais uma vez Juliette Benzoni consegue prender o leitor à mancha textual. 
Próxima batalha: "Amantes dos Reis de França" de Ana Cristina Pereira e Joana Troni, com 290 páginas.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

"Os Reinos do Caos"

Porque hoje sai este livro que eu estou à espera desde setembro! 

Ora bem, vamos lá ver o que é que vai acontecer nesta segunda parte do "Dance with Dragons", de George Martin. 

Depois de uma primeira parte mais morna, com alguns acontecimentos marcantes e reviravoltas um tanto surpreendentes, principalmente lá para os lados do Tyrion Lannister, com um dos POV's que eu mais esperava (e que não me desiludiu, apesar de não contar muita coisa): o da Melisandre, uma das minhas personagens favoritas, com o inicio de uma história que eu tenho imensa curiosidade de saber mais (Bran), espero que esta segunda parte tenha mais ação! 

O que será que Cersei anda a fazer, depois do que lhe aconteceu no "Mar de Ferro"? E Jaime? Acho que ele também aparece...será que se vai saber mais de Jeyne Westerling? E Arya? E Davos? Para onde é que ele tem de ir? 
E Jon Snow???

No livro mais extenso das Crónicas (edições portuguesas), com 608 páginas, o que será que vamos descobrir mais sobre as intrigas de Westeros? E para lá da Muralha? E nas Cidades Livres? E em Pyke? E...e...e... agora podia dizer tanta coisa!


Melisandre e Jon Snow!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

"Dr. Jekyll and Mr. Hyde"

Comecei a ler "Dr. Jekyll and Mr. Hyde" de Robert Louis Stevenson ontem e terminei hoje (88 páginas). 




Uma história que aborda a dualidade da personalidade, o Bem e o Mal, o interior das pessoas e os seus impulsos, receios, fantasias. 

Dr. Jekyll é um homem adulto, médico, com alguma fama e dinheiro. Muito respeitado na sociedade e com vários amigos, Dr. Jekyll conhece Edward Hyde, um homem muito mais jovem, um tanto estranho, esquisito, que parece ser maldoso. Qual o interesse que Jekyll pode encontrar em Hyde?
É este o mote para a "investigação" do amigo de Jekyll, Mr. Utterson, que vai começando a tentar perceber a relação entre Jekyll e Hyde.


A minha opinião:

Gostei bastante.

É um livro que se lê bastante bem, não só por ser muito pequeno, mas também por ter uma escrita bastante fluída e uma descrição/diálogo muito bem desenvolvida(o).

Poucas personagens, facto que contribui para a coerência do enredo e do desenrolar dos acontecimentos.

A atmosfera descrita é bastante interessante e envolvente, bem como a capacidade de expressão das personagens, com grande destaque para a parte final do livro.

Muito bom!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Depois de uma atenta análise às leituras feitas (por mim) ao longo dos anos, chego à conclusão que o meu género de livro é o Romance Histórico. Assim é de fácil compreensão a minha dificuldade em gostar de José Rodrigues dos Santos. Amei "A Filha do Capitão" mas tenho dificuldades em ler outras obras dele. Comecei, há dois anos, "A Fórmula de Deus" e ainda não consegui terminar. Não fascina. Além do mais, acho as obras dele semelhantes às de Dan Brown. Como li três ou quatro livros de Dan Brown acho os de José Rodrigues dos Santos muito 'iguais' aos do senhor 'estrangeiro'. 
Por consequência, está explicada a minha paixão por Juliette Benzoni. 
Agradecia que me deixassem nomes de outros autores de romance histórico.